quinta-feira , 24 de agosto de 2017
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8 previsões sobre softwares corporativos para 2015
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8 previsões sobre softwares corporativos para 2015

O que o futuro reserva para BI’s, CRM’s, ERP’s e outros softwares corporativos em 2015? Especialistas de TI discutem quais linhas de softwares corporativos terão os maiores impactos em empresas de TI neste ano.

Se apenas os altos executivos de TI tivessem uma bola de cristal, eles poderiam ver quais softwares corporativos eles precisariam, ou gostariam, de licenciar e, consequentemente, poderiam planejar e custear adequadamente.
Ao invés disso, as decisões dos altos executivos de TI recaem no que os fornecedores, comerciantes e analistas mostram que estará disponível nas lojas. E enquanto ninguém realmente sabe que mercado irá dominar o espaço de empresas de software em 2015, especialistas em BI, CRM, ERP e softwares corporativos acreditam que estes oito valem a pena.

1. Nuvens híbridas virarão “mainstream”. “Nós vimos uma estratégia multi-nuvem em 2014, e isso deve continuar em 2015”, disse Chris Wolf, CTO da Americas, VMware. “CIOs vão continuar a procurar a flexibilidade que nuvens híbridas oferecem. E tomadores de decisão do alto escalão de TI irão investir em arquiteturas de nuvens híbridas para futuramente provar suas aplicações e serviços.”
“A nuvem tem sido um tópico em destaque por alguns anos, com empresas migrando suas aplicações para a nuvem para aumentar a velocidade de execução, diminuir custos, aumentar o nível de serviço e/ou preservação do capital”, adiciona Marc Malizia, CTO da RKON Technologies, um provedor de soluções de nuvens gerenciadas. “Enquanto nós entramos em 2015, nós vamos ver um contínuo crescimento na migração de empresas de alguma forma para a nuvem. A maioria irá adotar modelos híbridos, misturando serviços de provedor de nuvem com sua plataformas de computação em nuvem doméstica.”

2. O preço das licenças de softwares corporativos. “As pressões competitivas e novas eficiências irão fazer com que os valores de softwares empresariais migrem para o modelo por assinatura”, prevê Engin Kirda, cofundador e arquiteto chefe da Lastline, que provê proteção contra malware. “Ao invés de grandes quantias de licenciamento ou atualizações onerosas sobre hardware proprietário, softwares corporativos irão se tornar cada vez mais licenciados com base no número de usuários e/ou por ano”, diz ele. “Não apenas as aplicações centradas no usuário irão ser cobradas desta forma, como outros softwares e serviços corporativos, incluindo gerenciadores de data center e detecção de violação, também deverão adotar este modelo de precificação mais previsível e escalável.”

3. CRM móvel e outras aplicações mobile para empresas vão decolar. “O poder e facilidade de venda definiram o cenário para esta tendência em 2014 com investimento nas suas aplicações mobile e obtendo a integração com seus parceiros para usá-la”, diz Mark Seemann, CEO da Synety, um software e negócios de comunicação baseados na nuvem. E, em 2015, “mobile vai continuar a ser um campo de batalha crucial para os grandes desenvolvedores de CRM, os quais vão continuar a trazer as funcionalidades de seus aplicativos mobile para o níveis de seus principais produtos Web”, prevê Seemann.
“Como os empregados passam cada vez menos tempo nos escritórios, possuir soluções – CRM, BPM, etc. – compatíveis com dispositivos móveis serão cruciais”, afirma Michael DeFranco, fundador e CEO da Lua, a qual provê mensagens seguras para as empresas. “Para obter sucesso nas empresas, as soluções precisam priorizar as necessidades e comportamentos dos trabalhadores móveis no seu projeto, a fim de garantir que eles estejam conectados independente de onde eles estão, e estarem aptos a se comunicar e colaborar com seus colegas no escritório.”
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4. Computação em memória irá se tornar o principal diferencial do ERP. “Abordagens de computação em memória como as aplicações SAP HANA e Oracle In-memory irão se tornar a maior força de diferenciação de produtos ERP no mercado, especialmente no espaço de mercado de grandes empresas”, prevê Glenn Johnson, vice presidente sênior, Americas, Magic Software enterprises, uma provedora de plataformas de aplicações, mobilidade empresarial e soluções de integração de negócios. “Como o ruído de mercado sobre Big Data continua, marcas de ERP que não oferecem soluções de computação em memória vão desaparecer quando comparados com o líderes nesta área.”
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5. Maior Integração com ERP. “ERP tem se tornado mais versátil, provendo uma integração mais profunda com processos, recursos humanos e softwares de atendimento ao cliente”, afirma Michael Golz, vice presidente sênior e CIO da SAP Americas. “SAP tem feito uma série de aquisições estratégicas, mais recentemente com Concur, que ajudam os clientes a expandir o valor do seu sistema de ERP”, através de sua “interação com novas áreas”. Essa maior integração e profundidade irá continuar a diminuir a linha de separação entre sistemas de software empresarial e irá ajudar as organizações a obter um maior retorno dos investimentos de TI.
“Historicamente, ERP e CRM tem sido vistos como dois sistemas distintos”, notou Jeremy Roche, CEO da FinancialForce, um fornecedor de software ERP em nuvem na plataforma Salesforce. “No entanto, muitas empresas estão começando a perceber o imenso valor para eliminar as distinções entre os processos de front e back office, trazendo ERP para a frente”, explica ele.
“Ao invés de continuar a permitir que informações vitais ao cliente sejam espalhadas entre várias peças de um negócio”, diz ele, “as empresas vão começar a fundir ERP e CRM em um sistema único, para que eles possam suportar melhor toda a relação com o cliente, desde o início do interesse até a entrega do produto.”

6. Aplicações Open source continuarão a ganhar terreno. “Data warehousing e Business Inletigence tem pertencido ao domínio de softwares proprietários concentrados nas mãos de um seleto grupo de fornecedores”, observa Ali Ghodsi, co-fundador e diretor de gerenciamento de produtos e engenharia da Databricks. “No entanto, nos últimos 10 anos tem visto o surgimento e aumento da prevalência da Hadoop e, posteriormente, da Spark como alternativas open-source de baixo custo que proporcionam a escala e sofisticação necessárias para ganhar destaque na Big Data”, explica ele.
E softwares open-source vão continuar a ganhar espaço nas empresas em 2015, prevê Ghodsi e outros. “O ecossistema relacionado com a Hadoop é projetado em 25 bilhões de dólares em 2020”, diz Ghodsi. “E Spark agora é distribuído por mais de 10 fornecedores, incluindo SAP, Oracle, Microsoft e Teradata, com suporte a todas as principais ferramentas de BI, incluindo Tableau, Qlik e MicroStrategy.”

7. Softwares de Business Intelligence se tornarão mais visuais – e mais fáceis de usar. “Em 2015, soluções de BI vão se apresentar tão boas como elas operam, e irão operar tão bem como aparentam”, fala James Richardson, analista de estratégias de negócios da Qlik, um provedor de BI e software de visualização de dados. “”Os clientes corporativos têm pedido por soluções de BI mais fáceis de usar – soluções de auto-atendimento. E a visualização é a chave para isso “, explica ele. “Ao apresentar os dados em formatos de gráficos e tabelas de fácil leitura, os usuários serão capazes de compreender os seus dados de uma forma mais natural para eles, quebrando as barreiras entre as pessoas e seus dados.”
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8. A inteligencia social torna-se ainda mais inteligente. “Em 2014, vimos as organizações a começar a analisar os dados mais seriamente”, fala Ellie Fields, vice presidente de marketing de produtos da Tableau Software, fornecedora de software de BI e de analises. Em 2015, esse mercado vai continuar a crescer. “Acompanhando conversas via social vai ajudar as empresas a descobrir quando um tópico está virando tendência e o que seus clientes estão falando a respeito”, explica ela.
E esta “inteligência social” permitirá que as empresas sejam mais rápidas e ágeis às necessidades, desejos e questões de seus clientes, – e obter uma vantagem sobre a concorrência.

Sobre Lino Neto

Lino Neto
Bacharel em Sistemas de Informação pela Maurício de Nassau e com MBA em Gestão Empresarial pela FGV. Trabalhou por 11 anos na Oi e na Embratel atuando como analista de qualidade, coordenador de qualidade, gerente de Assistência Técnica e, por fim, como gerente de operações de dados na Oi. Atualmente trabalha no grupo João Santos como analista sênior de TI.

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