quarta-feira , 20 de setembro de 2017
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Dicas para escolher access points profissionais para empresas
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Dicas para escolher access points profissionais para empresas

Os access points, atualmente, tem se tornado cada vez mais a principal opção de acesso a rede corporativa das empresas. Veja e compare modelos profissionais como os da Cisco, HP, Aruba e Aerohive.

As redes wireless mudaram o local de trabalho de forma dramática em apenas poucos anos. Se você está construindo ou deseja melhorar a rede local da sua empresa, você pode facilmente usar apenas access points (AP’s) que se conectam a um backbone de rede cabeada.

Por isso, é fundamental que os AP’s escolhidos façam o trabalho que você precisa. Os access points atuam como um transmissor central e receptor de sinais de rádio sem fio que ,em seguida, geralmente se conecta a um hub, switch ou roteador através de uma rede cabeada pelo menos em algum ponto da infraestrutura de rede da empresa. Existem diferentes tipos de access points com diferentes rádios, antenas e taxas de transmissão e desempenho, de forma que você precisa fazer sua lição de casa.

O padrão WiFi predominante agora no mercado é 802.11ac da IEEE, que trouxe diversas melhorias em relação ao antecessor, 802.11n, no entanto, muitas empresas ainda possuem AP’s 802.11n em serviço e estão lentamente atualizando para o novo padrão. Os principais benefícios do 802.11ac incluem:

  • Suporte para taxas de dados de até 1,3 Gbps por rádio, com maior eficiência do uso do link;
  • Suporte para modulação de amplitude em quadratura de 256 QAM (tecnologia que consiste em duas portadoras que são utilizadas em quadratura. Este sistema é utilizado na TV digital terrestre, a cabo (Ex.: NET) e em alguns sistemas utilizados experimentalmente por radioamadores (QPSK) para transmissões em pacotes via rádio para transferência de dados;
  • Transmissão em frequências de 5 GHz;

Além dos tradicionais escritórios empresariais, a conectividade através de access points sem fio estão ganhando popularidade em muitos locais onde eles servem para propósitos específicos, tais como:

  • Redes locais dos distribuidores ou filiais: acesso sem fio seguro aos recursos corporativos aumenta a produtividade, reduz os custos de cabeamento e gastos com switches tornando os custos com a rede local das filiais e distribuidores mais baratos.
  • Campus educacionais: A comunicação sem fio melhora a comunicação dos professores com a rede em todo o campus, além de atender facilmente requisitos de conectividade na sala de aula.
  • Centros médicos: Redes sem fio permitem o acesso rápido à registros de pacientes, melhora a comunicação pessoal , e acelera a entrega de exames médicos.
  • Varejo: Acessos sem fio permitem serviços personalizados para aproximar mais os clientes. Análise de varejo incluídos nos access points permitem aos varejistas para obter “insights” sobre as experiências dos clientes e oferecer promoções de marketing.
  • Produção e Distribuição: Redes Wireless permitem comunicações distribuídas em vários sites geograficamente que exigem inventários precisos para funcionar.

Veja os prós e contras de 4 diferentes séries de access points a seguir:

  • Cisco Aironet 3700 SeriesCisco 3700
    • Prós:
      • Disponibiliza gerenciamento, segurança e política de aplicações através de um único cabo;
        possui a tecnologia HDX (High-Density experience) que utiliza um chipset exclusivamente desenvolvido para rodar o protocolo 802.11ac;
      • Provê alto troughput;
    • Contras:
      • Possui um interface de usuário relativamente complexa devido a variedade de funcionalidades configuráveis (segurança, controle de acesso, políticas de aplicação, etc);
      • Relativamente caro;
      • Atualizações de firmware só são possíveis com pagamento de contrato de manutenção;
        O access point da Cisco é indicado para redes de alta densidade suportando QoS de missão crítica e possui alta performance.
  • Aruba 220 SeriesAruba 220Assim como o AP da Cisco, este access point é indicado para redes sem fio de alta densidade;
    • Prós:
      • Possui uma grande variedade de modelos disponíveis que se adéquam em preço e funcionalidades para cada empresa;
      • Possui uma tecnologia de roam que garante o melhor funcionamento, de forma transparente, do usuário que está em deslocamento entre diversos AP’s de uma rede;
      • Possui uma arquitetura simples e robusta que é capaz de prover escalabilidade, flexibilidade e gerenciamento de até 8000 AP’s;
    • Contra:
      • Seu modo de operação não é de simples configuração e pode confundir o operador da rede;
  • HP 560 SeriesHP 560A série 560 de access points da HP se diferencia pela possibilidade de aplicar mais inteligência e controle em suas redes WiFi
    • Prós:
      • Tem interoperabilidade com outros fabricantes e é capaz de gerenciar até 6000 AP’s;
      • Possui suporte, canais de venda e distribuição em todo o mundo;
    • Contra:
      • Os requisitos de servidores necessários para implementação do controle e manutenção da rede, além dos preços relativamente altos dos access points, tornam a solução final cara;
  • Aerohive AP230Aerohive 230O fabricante deste AP é pouco conhecido no Brasil mas é bastante forte no mercado americano, atendes redes de alta densidade com segurança e funcionalidades de mobilidade e gerenciamento tendo como principal diferencial o preço que é mais competitivo que os demais acima citados.
    • Prós:
      • Dispensa a necessidade de servidores para controle da rede wireless;
      • Tem os Ap’s mais baratos que outros de tecnologia 802.11n;
      • Possui toda a inteligencia e controle distribuída em seus próprios AP’s;
    • Contras:
      • Alguns produtos e aplicações só estão disponíveis na nuvem;
      • Só possui canal de vendas e suporte nos Estados Unidos;

Precisa de ajuda para implementar sua uma rede Wireless em sua empresa? Ente em contato conosco e solicite uma consultoria.

Sobre Lino Neto

Lino Neto
Bacharel em Sistemas de Informação pela Maurício de Nassau e com MBA em Gestão Empresarial pela FGV. Trabalhou por 11 anos na Oi e na Embratel atuando como analista de qualidade, coordenador de qualidade, gerente de Assistência Técnica e, por fim, como gerente de operações de dados na Oi. Atualmente trabalha no grupo João Santos como analista sênior de TI.

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